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Aluna de Engenharia de Produção é classificada para participar de maratona Hacklab em São Paulo

Por Rafaela Tavares

O desafio é desenvolver soluções inovadoras para problemas reais do Ensino Superior Brasileiro. Como resposta a ele, a aluna do 10º semestre de Engenharia de Produção, Fabiana Mafeis Bueno, 43 anos, propõe aumentar a interação entre universidades e indústria para que os estudantes possam vivenciar e resolver essas questões.

Com essa sugestão, ela foi classificada para a maratona empreendedora Hacklab, competição organizada pelo Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino superior no Estado de São Paulo). A atividade será realizada no World Trade Center de São Paulo durante o 20º FNESP (Fórum Nacional: Ensino Superior Particular Brasileiro) para promover a chamada cultura maker, uma extensão tecnológica do movimento faça-você-mesmo. O princípio central dessa tendência é a crença de que qualquer pessoa pode fabricar, inventar, consertar ou transformar qualquer objeto ou projeto.

Fabiana é um dos 32 pré-selecionados de todo o país para integrar a competição. Para se inscrever, a estudante gravou um vídeo respondendo a duas questões: “Pensando nos diferentes aspectos do Ensino Superior que melhorias você propõe?” e “Relate suas experiências com inovação e educação”.

CINCO ESTRELAS
A aluna de Engenharia de Produção conta que é muito gratificante representar o UniToledo no evento. Ela recorda que ficou surpresa com o resultado. “Meu sentimento é de estar fechando com cinco estrelas a minha passagem pela instituição.” Ela conta que a sua experiência com inovação e educação citada no vídeo se deu com a abertura da própria empresa, uma conquista realizada por meio de conhecimentos adquiridos no curso. “Tudo que escuto, leio e vejo são aprendizados pra mim. Como minha intenção é o mestrado, acredito que essa experiência no HackLab será muito valiosa pra minha caminhada.”

O coordenador de pesquisa extensão e ação comunitária, Sérgio Ricardo Mazini, destaca que é a primeira vez que o Hacklab será realizado. “É uma satisfação imensa termos uma aluna participando já na primeira edição. Isso demostra a qualidade e perfil de nossos alunos”, afirma. Mazini acredita que a classificação de Fabiana para a competição representará para a acadêmica uma oportunidade única de compartilhar experiências com outros alunos, conhecer novos ambientes e tecnologias e explorar e praticar um pouco da cultura maker.

COMPETIÇÃO
Durante o Hacklab, os estudantes universitários selecionados apresentarão suas propostas para 700 gestores educacionais. Eles terão acesso a um laboratório munido de ferramentas para criação e prototipação dos projetos.

No primeiro dia, os participantes serão apresentados e divididos em grupos formados por quatro pessoas. Cada um dos conjuntos corresponderá a uma startup. No dia 27, os estudantes utilizarão o laboratório para prototipar as ideias. A finalização e apresentação dos trabalhos para a bancada de jurados e para os gestores presentes no evento serão realizadas no dia 28. Os participantes receberão também treinamentos que colaborarão para o desenvolvimento dos projetos.

Os trabalhos serão analisados por uma banca avaliadora e pelo público. Os votos deverão levar em consideração critérios como quão inovadora é a ideia; se ela soluciona o problema proposto; viabilidade da ideia; a forma como o projeto foi exposto. Cada um dos quatro membros da startup campeã receberá R$ 2 mil como premiação. O valor será fornecido pela Lyceum Educacional – Techne.

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