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Alunos de Nutrição do UniToledo desenvolvem ações de educação nutricional em escolas municipais

Vitória Frederico

Oferecer uma educação nutricional para crianças tem efeitos duradouros, já que desenvolver hábitos alimentares saudáveis durante a infância tem consequências no organismo e comportamento durante a vida adulta. Alunos de Nutrição do UniToledo desenvolvem um trabalho transformador para estudantes do ensino público local. Atualmente, é a turma do 3° semestre do curso que participa do projeto de extensão “Nutrição mais diversão”.

A iniciativa existe desde de 2012. O projeto foi idealizado e é orientado pela professora e coordenadora da graduação, Adriane Lemos. O alvo das atividades são as crianças que frequentam as escolas municipais de Araçatuba. Os  acadêmicos realizam o trabalho como parte da disciplina de educação alimentar e nutricional.

De acordo com a coordenadora, o objetivo é passar informações sobre a educação alimentar e nutricional de forma lúdica a crianças pré-escolares e escolares da rede municipal de ensino. Desse modo, é possível contribuir para a promoção e a proteção da saúde por meio de uma alimentação adequada e saudável.

ESTRATÉGICO
Por ser considerada uma forma estratégica de ação dentro das políticas públicas, ela irá contribuir de maneira significativa no controle do avanço das prevalências das doenças crônico-degenerativas. “Esta experiência é de extrema importância para o acadêmico para disseminar o conhecimento aprendido no decorrer do curso e estabelecer nas pessoas um estilo de vida mais saudável. Além disso, estimula o trabalhando em equipe”, conclui Adriane.

A aluna do 3º semestre Bruna Cassarini Tibério conta que o projeto usa atividades ilustrativas, jogos e dinâmicas, pra deixar o aprendizado o mais lúdico possível para passar as informações para as crianças. Ao longo do desenvolvimento do projeto, os alunos puderam observar diversos estudos que indicam a necessidade de intervenções no estado nutricional desde o inicio da infância, para que as crianças não se tornem adultos obesos e com problemas de saúde precocemente.

“Fiquei feliz em vê-los interagindo e querendo participar. Eles são bem espertos e eu sei que absorveram o que falamos positivamente, pois no final fizemos um jogo para debatermos o conteúdo e eles sabiam tudo! Isso foi muito gratificante”, diz a aluna.

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