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Alunos dos cursos de Biomedicina, Farmácia, Fisioterapia e Nutrição UniToledo participam de avaliação prática de Ciências Morfológicas

Vitória Frederico

Alunos do 1° semestre dos cursos da área de Saúde do UniToledo tiveram uma experiência diferenciada durante a avaliação de Ciências Morfológicas. Baseada em metodologias ativas, a prova fez com que os acadêmicos de Biomedicina, Farmácia, Fisioterapia e Nutrição literalmente colocassem a mão na massa para que seu conhecimento sobre a disciplina fosse testados. Eles foram avaliados pela criação de peças da anatomia humana em isopor, tinta, papel e massa de modelar.

A avaliação é baseada na integralização da aprendizagem das disciplina: Anatomia, Biologia Celular e Histologia por meio de estudos dirigidos, atividades em grupo e discussões de casos clínicos. De acordo com a professora Melise Jacon, o projeto integrador de Ciências Morfológicas tem como objetivo promover a integralização da aprendizagem e incrementar a qualidade de ensino das disciplinas, focado nas habilidades e competências específicas de cada curso atendido.

Com isso, o aluno é incentivado a participar ativamente no processo de construção de conhecimento para que tenha uma atitude reflexiva e questionadora a respeito dos conceitos que lhes são apresentados. “Essa semana foi a primeira avaliação deles, foi distribuído para cada grupo um órgão ou sistema e pedido para que eles estudassem e fizessem em sala um modelo anatômico. Cada grupo estava livre para montar como eles quisessem”, comenta a professora.

As aulas são desenvolvidas por meio de atividades em grupo, com a discussão ativa de professor e alunos e dos métodos de ensino: TBL (Team based learning); PBL (Problem based learning) e conta também com a confecção de material histológico, peças anatômicas, modelos ou maquetes. “Essa disciplina é enriquecedora e de fundamental importância para o aprendizado do aluno, pois a disciplina o capacitará para que tenha melhor rendimento nas disciplinas oferecidas e consequentemente desenvolver o raciocínio clínico”, conclui Melise.

    

Edição: Rafaela Tavares

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