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ATUAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NOS DISTÚRBIOS ARTICULARES É TEMA DE ESTUDOS NA FISIOTERAPIA

 

A participação em grupos de pesquisa propicia aos alunos importante vivência na área científica, favorecendo o aprendizado teórico e prático, além de intensificar o senso crítico sobre as melhores evidências a serem consideradas para melhor atuação clínica e profissional.

A professora do curso de Fisioterapia dA participação em grupos de pesquisa propicia aos alunos importante vivência na área científica, favorecendo o aprendizado teórico e prático, além de intensificar o senso crítico sobre as melhores evidências a serem consideradas para melhor atuação clínica e profissional.o UniToledo Andréia Moreira de Souza Mitidieri, está à frente do grupo de pesquisa denominado “Atuação Fisioterapêutica nos Distúrbios Articulares”. A fisioterapeuta é mestre em ciências, pós-graduada em Fisioterapia Oncológica, além de especialista em Acupuntura.

A linha de pesquisa do grupo, que surgiu a partir da busca e interesse de alguns alunos para participação em grupos de pesquisa, consiste na compreensão, análise, avaliação e tratamento dos distúrbios femoropatelares.

OBJETIVO

A docente destaca que os objetivos atuais do grupo consistem em abordar, sob o ponto de vista fisioterapêutico, a síndrome da dor Femoropatelar, dor anterior de joelho, em indivíduos jovens sem desordens prévias nessa articulação.

Andréia conta que sempre ressalta em sala de aula a importância da evidência científica na prática clínica da fisioterapia. “Tivemos a ideia de propor um grupo de trabalho voltado à pesquisa dos distúrbios articulares, tanto em âmbito clínico quanto teórico, envolvidos na pesquisa científica”, afirma a professora.

MOTIVAÇÃO

Tainá Santos Pestana, de 22 anos, está no 8° semestre do curso de Fisioterapia do UniToledo e seu papel dentro do grupo tem sido, desde a busca na literatura de trabalhos sobre o respectivo tema e na elaboração do projeto de pesquisa, até a parte prática do projeto, que consiste em elaborar um método de avaliação e de protocolo de atendimento a indivíduos com dor da síndrome Femoropatelar.

“O que me motivou a participar foi o meu interesse de um dia prestar uma prova de mestrado, a qual um trabalho desse porte tem peso maior no currículo e pode ser um diferencial”, conta a acadêmica.

O aluno do último semestre João Vitor Cuine Martins, 21, explica que sua função no grupo abrange a parte de pesquisa dos artigos mais recentes na literatura em relação ao tema e delinear do projeto, passando também pela parte da entrevista, avaliação e tratamento dessa disfunção baseado em um protocolo específico.

O que motivou João a participar foi o conhecimento que está adquirindo, pois está sempre buscando o que tem de mais atualizado na literatura, para colocar na prática clínica. “A importância de estar em uma atividade como esta é que conta muito para o currículo, os resultados estão ultrapassando as expectativas e está sendo essencial para meu crescimento profissional”, ressalta o aluno.

HUMANIZAÇÃO

Andréia afirma que o espírito de busca pela atualização, pelas evidências mais fortes e por desejar oferecer o melhor que tem à disposição do outro, faz do tratamento fisioterapêutico, um tratamento mais digno, humano, condizente com os valores e princípios empregados à existência humana.

“Para embasar as ideias, compartilho uma das maiores célebres e poderosas frases do grande psiquiatra e psicoterapeuta Carl G. Jung: ‘Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana’”, finaliza a docente.

Edição: Aline Ceolin

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