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Cursos de Engenharia de Produção e Elétrica desenvolvem protótipo de esteira inteligente capaz de detectar e separar cores

Mariana Páscua

Os cursos de Engenharia de Produção e Engenharia Elétrica do UniToledo desenvolveram uma Esteira Inteligente capaz de detectar cores e separar produtos, seguindo os conceitos de Indústria 4.0, que reúne o uso de novas tecnologias na manufatura. O protótipo da esteira foi concebido e planejado na disciplina de Manufatura Integrada, ministrada pela professora Priscilla Moraes, com a orientação do coordenador do curso de Engenharia Elétrica, Breno Oliveira, e técnico do laboratório William Jamariqueli.

De acordo com a professora, os alunos tinham a missão de solucionar uma situação por meio do sistema PBL (Problem Based Learning, ou Aprendizado Baseado em Problema), uma metodologia ativa de aprendizagem baseada em problemas. Diante da questão, os acadêmicos buscaram soluções para o acúmulo de produtos em uma esteira de produção, resultando na projeção do protótipo.

CONCEPÇÃO
A esteira separadora foi planejada pelos futuros engenheiros de produção conforme os requisitos necessários. Já integrantes da turma de Elétrica, orientados por Oliveira foram os responsáveis pela concepção do motor, fios e programação do sensor (TC 320). Além disso, o protótipo foi 90% desenvolvido na impressora 3D do Espaço Maker do UniToledo pelo técnico do laboratório William Jamariqueli, egresso do curso de Engenharia Elétrica.

A esteira inteligente, por meio do sensor, distingue as cores e as separa. Além da importância de promover a integração dos cursos, o desenvolvimento e concepção do projeto permitiu, por meio da metodologia ativa, a prática das dificuldades encontradas no mercado de trabalho.

“Por meio do projeto, os alunos de Engenharia de Produção puderam vivenciar um problema comum na indústria e conhecer as ferramentas e automação que possibilitam solucionar o caso. Já para a turma de Engenharia Elétrica, o projeto acrescenta permitindo conhecer e aprimorar os algoritmos utilizados. A intenção é dar continuidade, desenvolver um circuito fechado, otimizar e produzir uma esteira projetada em maior escala”, afirma o coordenador.

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