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Ex-aluna de Direito realizou o sonho de atuar na Procuradoria da Fazenda Nacional em Araçatuba

Verônica Martin

A dedicação aos estudos e o amor pela graduação levaram a ex-aluna de Direito Ana Lúcia Hernandes de Oliveira Campana, 41 anos, a alcançar sucesso profissional. Ela trabalha atualmente na Procuradoria Seccional da Fazenda Nacional, em Araçatuba. Ana Lúcia se formou em Direito quando o UniToledo ainda era denominado Instituição Toledo de Ensino, em 1998, com a turma denominada Antônio Afonso de Toledo.

Acreditar na educação como uma ferramenta capaz de transformar vidas e concretizar sonhos foi necessário para ela conquistar a vaga nessa área do Direito Tributário. A ex-aluna conta que a postura dos professores foi muito importante e construtiva, quando ela era estudante. Eles a auxiliaram a descobrir qual o melhor caminho profissional a percorrer.

CONHECIMENTO
Ana Lúcia acredita que os docentes da instituição forneceram a ela conhecimento e a ajudaram a desenvolver mais discernimento. Por sua vez, a egressa sempre foi aplicada aos estudos e, por isso, conquistou o diploma de mérito acadêmico na colação de grau.

Ana Lúcia também teve contato com a prática profissional ao longo da graduação. Durante a graduação, ela fez estágio na Assistência Judiciária do UniToledo. No último ano, a acadêmica estagiou também na Procuradoria do Estado em Araçatuba, na área do contencioso fiscal.

Segundo a egressa, todo o tempo que esteve na instituição foi muito proveitoso. Ana Lúcia destaca ainda que foram precisos três coisas para conseguir tudo que conquistou hoje: paciência, perseverança e dedicação. “Valeu muito a pena todo esforço e continua valendo! Sou muito realizada por atuar na área que sempre tive muito apreço”.

DICA
A egressa recomenda aos futuros profissionais da área que sejam persistentes, tenham obstinação nos seus sonhos e acreditem que nunca se sonha alto demais – sempre é possível alcançar os desejos por meio do estudo e empenho. “Acreditar é fundamental. Assim como é ter paciência diante das portas fechadas e dos ‘nãos’”.

Edição: Rafaela Tavares