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Professora de Fisioterapia do UniToledo alerta sobre os cuidados necessários para evitar problemas da região pélvica

Por Rafaela Tavares

A professora do curso de Fisioterapia do UniToledo Vanessa Basqueroto, que ministra aulas de Hidroterapia e Ginecologia Obstetrícia na instituição, realizou na manhã deste sábado (22) uma ação de mobilização da população sobre cuidados, tratamentos e principais disfunções da região pélvica. A atividade fez parte da Semana de Conscientização do Assoalho Pélvico. A ação, que tem apoio do UniToledo, contou com a entrega de informativos sobre a fisioterapia pélvica no Calçadão da rua Marechal Deodoro, em Araçatuba.

Junto com outras profissionais da área, a docente apresentou informações sobre a importância da fisioterapia na prevenção de problemas à população. O grupo também conduziu um questionário para levantamento de perfil da comunidade em relação aos cuidados e problemas assoalho pélvico, composto por 15 músculos que envolvem a pelve, na região inferior do quadril. Esses músculos são responsáveis por sustentar a bexiga, o útero, o reto e a próstata.

DISFUNÇÕES
A professora esclarece que entre os principais problemas urinários que afetam a área estão incontinência urinária, constipação intestinal (intestino preso), perda urinária posterior à complicações com a cirurgia da próstata, queda dos órgãos pélvicos, além de disfunções sexuais. “Tudo envolve o músculo do assoalho pélvico, então a gente vai verificar se possui contração e relaxamento corretos, se possui a função de sustentar os órgãos, para trabalhá-lo.”

Vanessa explica que para evitar as disfunções, as pessoas precisam principalmente conhecer o próprio corpo, saber que o músculo e a região íntima precisam de cuidado diário para desenvolver seu fortalecimento. “ Os cuidados incluem sempre que for evacuar ou fazer a liberação da urina, estar na posição correta, e, quando for fazer esforço que envolve a pressão intra-abdominal, contrair o músculo para não ocorrer a sobrecarga. Ou seja, fortalecê-lo como qualquer outro.”

A docente acredita que como professora e profissional da fisioterapia é importante participar de ações de conscientização da população. “A gente está lidando com a primeira linha de saúde que é a sua promoção. Quando a gente lida com ela, a gente como profissional de saúde tem o dever de levar essa informação para que a população tenha um cuidado melhor e com isso uma melhor qualidade de vida.”

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