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Projeto “Um Olhar para o Mundo” reserva 60 lugares para estudantes e ex-alunos do UniToledo

Por Vitória Frederico

O projeto exposição “Um Olhar para o mundo”, promovido pelo hospital neurológico Ritinha Prates, será apresentado na próxima quinta-feira (18), às 19h30, no Shopping Praça Nova de Araçatuba. O evento, que englobará a exibição do filme “Cromossomo 21” e a palestra do cineasta Alex Duarte, terá apoio do Centro Universitário Toledo, com 60 lugares reservados para alunos e ex-alunos que podem se inscrever por meio do formulário on-line. Quem fizer parte da comunidade acadêmica UniToledo deve acrescentar “UT” ao final do nome ao preencher esse campo.

O educador social e diretor do filme e projeto “Cromossomo 21”, Alex Duarte, conta que a ideia do projeto surgiu quando conheceu a história da jovem Adriele Pelentir, que desconstruiu conceitos sobre o universo da síndrome de Down, ao questionar sua existência, dores e aflições.

PREPARAÇÃO
Foram seis anos de preparação, estudo sobre o assunto, produção do roteiro, participação em palestras e congressos para a representação de um romance sobre Vitória e Afonso, protagonistas do filme, e como a sociedade recebe este casal fora dos padrões.

“A Adriele foi meu maior laboratório. Eu só precisei sentar, e ouvi-la, durante meses e meses. Dar a qualidade de atenção que ela merecia. É por isso que o Cromossomo se tornou uma história e um projeto potente, pela realidade que ele emana”, conta o cineasta.

Em 2016, “Cromossomo 21” abriu o Festival de Cinema de Gramado, um dos maiores da América Latina, foi a sessão mais disputada do Festival e recebeu mais de quatro prêmios, sendo dois deles internacionais, que deu mais visibilidade ao projeto. Em 2017, o filme representou o Brasil na ONU (Organização das Nações Unidas) com o objetivo de comemorar o dia Internacional da Síndrome de Down, conscientizar as pessoas, combater preconceitos e passar informações corretas.

“Vamos mostrar de que forma podemos melhorar nossas relações pessoais e ajudar o mundo a compreender a diferença e a diversidade. Se você é estudante ou universitário, pergunte-se: este meu caminho tem valido a pena? Os jovens poderão encontrar exemplos reais de que é possível ser ferramenta de transformação no mundo através da profissão que escolhemos exercer”, conclui Alex Duarte.

Edição: Rafaela Tavares

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