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Sustentabilidade é foco do Grupo de Pesquisa de Engenharia Agronômica

Por Gabriela Fagundes

Visando a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento de práticas sustentáveis para a profissão de engenheiro agrônomo, foi cadastrado no CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) em 2016, o GEAA (Grupo de Estudos Ambientais na Agronomia), que segue a linha de pesquisa “Estudo das Práticas Agronômicas no Contexto do Meio Ambiente”.

Segundo o coordenador do curso e responsável pelo grupo de pesquisa, Simas Ferreira Aragão, o tema dialoga com a profissão, que lida diariamente com recursos naturais, defensivos agrícolas, gestão da água, entre outros. Já a abordagem do tema se torna fundamental, visto que os problemas ambientais impactam cada vez mais a sociedade.

“Nossa preocupação é que nossos futuros engenheiros agrônomos do Unitoledo, tenham a conscientização da problemática ambiental, realizando seus projetos e ações sempre de maneira sustentável, mitigando ou até mesmo anulando qualquer impacto ambiental oriundo de possíveis atividades ligadas ao setor agropecuário”, afirma Aragão.

PROJETOS
Atualmente, o grupo conta com seis projetos, sendo três deles de extensão e três de iniciação científica. Trabalhado de forma interdisciplinar, entre os cursos de Engenharia Agronômica, Nutrição e Gastronomia, a equipe desenvolveu o projeto de extensão “Horta vertical de ervas culinárias e aromáticas”. Também foram desenvolvidas as atividades “Horta comunitária no Asilo São Vicente de Paulo” e a “Horta Solidária”.

Entre os projetos de iniciação científica, encontram-se as pesquisas: “A utilização de imagens orbitais no estudo da evolução do uso e ocupação da terra na bacia hidrográfica do Córrego do Lajeado, no município de Buritama – SP”, “Estudo da evolução do uso e ocupação da terra na bacia hidrográfica do Córrego do Saltinho, no município de Turiúba – SP, com a utilização de Sistemas de Informação Geográfica (SIG)” e “Mapeamento de Solos na Área Experimental de Ciências Agrárias – Unitoledo”.

A EQUIPE
Atualmente, três professores pesquisadores e oito alunos fazem parte do grupo de pesquisa. Ricardo Torres Pessoa, acadêmico do 6º semestre, integra a equipe a cerca de dois anos. Entre os motivos pelos quais decidiu fazer parte do grupo, destacam-se a sua busca por novos conhecimentos e o aprofundamento das técnicas aprendidas em sala de aula.

“A iniciação científica teve uma grande importância na minha vida acadêmica, pois através dos estudos obtidos ao longo do trabalho, fui aprofundando meu conhecimento em uma área que hoje está em alta no mercado (que são os estudos de imagens obtidas por drones), e também me deu um norte para a elaboração do meu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso)”, comenta Pessoa.

Também do 6º semestre, João Pedro Pozena Marques conta que está na equipe desde novembro do ano passado, e decidiu fazer parte por considerar o tema interessante. “Saber lidar com as dificuldades de montar um trabalho não só prático, mas também a teoria, e criar experiência e bagagem para saber o caminho que se quer seguir no curso, algo que refletirá na vida profissional”, comenta Marques a respeito da importância dessa atividade para sua vida acadêmica.

SELEÇÃO
Para fazer parte do grupo de pesquisa GEAA, é necessário que o acadêmico esteja atento ao edital de abertura de inscrições para o processo seletivo de um determinado projeto. “Novos alunos ou pesquisadores serão incorporados ao GEAA, quando surgirem novos projetos e estes requererem novos membros para realização destes projetos”, explica o coordenador.

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