#Notícias Unitoledo
 
 

Você no Mercado: O coordenador de Engenharia Agronômica, Daniel Carvalho Leite, fala sobre o campo de atuação do egresso

Rafaela Tavares

A atividade agroindustrial não só historicamente é um dos principais motores do país, como continua a se modernizar e expandir. O PIB do agronegócio engloba aproximadamente 20% da atividade econômica do país, com uma expectativa de elevação de 3,4% em 2018, segundo estimativas preliminares do Cepea (Centro Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Quem se forma em Engenharia Agronômica, uma das 25 graduações do UniToledo, trabalha diretamente com este setor em constante crescimento.

O curso capacita o profissional para realizar práticas necessárias aos cultivos agrícolas como manejo e conservação do solo, mecanização agrícola, engenharia rural, construções rurais, instalações complementares, irrigação, drenagem, plantio, adubação, manejo de pragas e doenças, colheita, beneficiamento e armazenamento de produtos vegetais. Os ex-alunos são preparados também para conduzir projetos de reflorestamento, parques, jardins e conservação de recursos naturais, além de trabalhos na criação, alimentação e manejo de animais domésticos e estudos para aplicação de tecnologia industrial.

O coordenador de Engenharia Agronômica no UniToledo, Daniel Carvalho Leite, explica que entre as áreas de atuação do engenheiro agrônomo estão a administração de propriedades rurais, produção vegetal e animal, defesa sanitária, desenvolvimento ou fiscalização urbana e rural, padronização e classificação dos produtos agrícolas, promoção de  rastreabilidade, certificação de alimentos, fibras e biocombustíveis. Uma vez formado, o egresso também pode trabalhar com indústrias de alimentos, marketing, empresas de gestão ambiental e agronegócio, laboratórios de pesquisa científica e tecnológica. É possível atuar no controle de pragas e vetores em ambientes urbanos e rurais, no setor público ou privado, no recebimento, classificação, armazenamento e comercialização de frutas e grãos.

A carreira acadêmica, as instituições financeiras e seguradoras e a consultoria também são opções. O engenheiro agronômico também pode fazer parte da cadeia de produção de insumos diversos: fertilizantes, sementes e defensivos agrícolas. Ele pode ainda ser responsável pela comercialização, transporte, armazenamento e distribuição de produtos agropecuários. Confira a entrevista completa com o coordenador:

MERCADO
O mercado agrícola é um dos pilares de maior representativa da encomia brasileira. No cenário mundial, o Brasil se caracteriza com um dos principais produtores das culturas que são consideradas commodities, tendo em vista a produção e comercialização de soja, cana, algodão, milho e café, entre outras. A alta produtividade dessas culturas está relacionada à vasta área agrícola disponível com alta tecnologia. Diante disso, o mercado de trabalho fica em constante crescimento com objetivo de alcançar a alta produtividade associada à qualidade dos produtos agrícolas.

PERSPECTIVA
Nesse sentido, para os próximos anos, a perspectiva é que ocorra um aumento de 30% no mercado agrícola no âmbito da pesquisa, tecnologia, produção vegetal e animal, o que acarretará o aumento de empregos para os futuros engenheiros agrônomos.

DEMANDA
Há uma busca de alta produtividade agrícola, e com isso de profissionais especializados nas áreas de fitotecnia, solos, irrigação, assistência técnica e comercial. Essas são áreas nas quais, na maioria das vezes, o índice de empregabilidade é mais alto nas diversas regiões agrícolas.

CRESCIMENTO
O aluno consegue vivenciar o desenvolvendo habilidades técnicas e cientificas com aulas teóricas e práticas, além de visitas técnicas em diversas áreas no segmento agrícola e pecuária. Além disso, uma forma de alcançar o crescimento profissional se dá por meio da realização de estágios.

 

 

 

Notícias Relacionadas